O ultimo confim…

17 de Dezembro, 2008

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Portugues e Italiano (Sotto)

Confira o ultimo servico publicado no Jornal de Tijucas (Edicao 382)tambem deem uma olhada nas ultimas missoes visitadas no Quenia. Sempre uma otima opcao de ajudar a quem realmente precisa, quer seja atraves de doacoes quer seja atraves de trabalho voluntario (Helping in Africa).

O ultimo confim….

Isiolo, final de outubro de 2008, norte do Quenia. Aqui estou, so, admirando espantado e ao mesmo tempo maravilhado esta imensidao de terra que se descortina . Estou quem sabe em uma das ultimas fronteiras ainda realmente selvagens e inexploradas de toda a Africa. Quem sabe do mundo, infelizmente…As infrutiferas tentativas de “colonizacao” ora foram refutadas pelas tribos guerreiras da regiao, ora pelo clima arido, semi desertico que domina o ambiente. Tamanha imensidao, tamanha amplitude me assusta, me da medo. Mas ao mesmo tempo, me atrai, muito. Quem sabe nao percorri todo o caminho desde a Africa do Sul ate aqui, apenas para fazer esta parte, pedalar estes 800 kms por estradas ruins, mas so e comigo mesmo do que nunca? Quem sabe…Somente o tempo rei diria. E confesso que exitei um pouco em dar a primeira pedalada. Os motivos? Inumeraveis: falta de pontos de apoio, longas distancias em meio ao nada em estradas estremamente ruins, muitas vezes intransitaveis, constantes conflitos entre Boranas, Samburus, Turkanas, Gabras, Rendiles, tribos realmente nomades e quem sabe as mais autenticas de toda a Africa. Aliado a isto enfrentaria grandes dificuldades em obter agua, em uma zona semi-desertica, e quem sabe ainda inevitaveis encontros com animais selvagens, mais livres do que nunca nesta infinita e initerrupta savana. Entao uma pessoa normal, lucida, pode perguntar: ”Por que?”. Talvez nunca saiba responder tal pergunta. A unica certeza, que alem do meu caminho natural para atingir o isolado sul etiopiano, este trecho virara meta pessoal, um desafio para comigo mesmo. E voltando um pouco ao passado, ja havia encontrado situacoes semelhantes, superado e acima de tudo amado ter feito tambem em bicicleta, regioes inospitas como o Deserto do Atacama (Chile/Peru) e a Ruta 40, nos confins da Patagonia, por exemplo. Porem os temperos desta aventura nao paravam por ai. Os maus momentos passados apos a decoberta de uma malaria cuidada indevidamente, ainda eram recentes na memoria, assim como as fortes emocoes da separacao e do reencontro com Francesca, e do consequente enorme vazio que ela havia deixado em minha vida. Porem aqui estava, mais curtido e calajedo do que nunca pelo incessante sol africano, mas vivo, com brilho nos olhos novamente, brilho perdido tantas vezes nesta viagem. Mas afinal a vida e assim, feita de ciclos, de altos e baixos, e agora estava prestes a galgar um bem alto. Definitivamente, mais confidente com a lingua local, estava preparado para tentar superar mais este desafio imposto a minha vida. Uma alusao perfeitamente aplicada ao nosso dia a dia, quer seja no norte queniano quer seja na sala de um escritorio. E afinal, o sorriso franco e sincero de Francesca, ainda estava a minha espera do outro lado da fronteira. Ja no primeiro dia de pedalada, uma ideia geral do que viria pela frente foi rapidamente formada. Os 70 kms que separam Archer’s Post de Wamba, foram percorridos em mais de 5 horas de pedal intenso, sob um sol abrasador em uma estrada extremamente ruim. Como se nao bastasse o desgaste, nao tive uma boa recepcao na missao catolica de Wamba. Desanimado, sentindo mais do que nunca a falta de calor humano, conformei-me com o do astro rei, e parti dia seguinte. Apos 10 kms pedalados duramente, descobri que estava no caminho errado. Voltar? Nem pensar!!! Decidi mudar minha rota comecando ai uma das mais duras e belas experiencias ciclisticas de minha vida. A estrada, de repente virara apenas um caminho, em meio a mais pura savana Africana. Se as estradas ja eram ruins, ficaram ainda piores com a chegada frequente de rios a serem cruzados. Estavamos na estacao das chuvas e a terra seca era pega de surpresa por agua em abundancia. Os samburus, etnia predominante nesta area, eram poucos, perdidos com seus rebanhos de cabras, vacas e camelos. Me senti mais so do que nunca. Felizmente agua e determinacao tinha de sobra, e assim segui firme no proposito de chegar a Barsaloi, a 90 kms de distancia. Este foi o primeiro dia nacional sem carros na Africa!!!E depois ainda viriam o segundo, terceiro, quarto…Motivo de felicidade e preoucupacao. Felicidade pela paz encontrada, preoucupacao pois em caso de ajuda… Houve dias que nao encontrei se quer um ser humano durante toda a jornada!!! Voltando a realidade, em uma travessia de rio, com a bicicleta pesando e muito sobre minhas costas perguntei-me o porque disto tudo. A resposta veio atraves de visuais impressionantes do Rift Valley (ver textos anteriores), jamais presenciados ate o momento. Estava no vale que abrigou os primeiros hominideos sobre o planeta terra. E aqui, no auge do meu cansaco, por um momento tambem me senti, unico, pioneiro. So, porem completo, pleno. Nao tinha medo nenhum apesar da imensidao selvagem que me cercava. Escutava cuidadosamente meu corpo, e sabia que era apto a fazer todo o caminho. Diga-se de passagem o mais duro “mountain bike” da minha vida, so que com 40 kgs de carga!!! Muitas vezes a estrada sumia, e nao sabia diferenciar o que era o leito do rio do que era trilha. Finalmente uma escola, e que escola. Sob uma bela e frondosa acacia pequenos samburus empenhados em aprender os numeros. Descobri tambem ali que o meu numero era o 50, 50 kms ate o meu destino. Neste contato com os locais passei a conhecer mais uma Africa escondida ate o momento. Os Samburus, guerreiros por natureza, viviam ainda da forma mais natural, primitiva e simples possivel, migrando com seus pequenos rebanhos, sempre em busca de agua e pastagem. Nestas migracoes encontram muitas vezes tribos enimigas e o confontro e inevitavel. Mais nada de lancas, machados, ou facas. As armas do momento sao rifles automaticos AK 47, pistolas, entre outros, vindos principalmente da Somalia, Etiopia e Sudao. E confesso que esta constante presenca de armas deixou-me desconfortavel muitas vezes, principalmente quando os portadores nao falavam o Swahili, a lingua oficial queniana. Mas como na vida tudo e questao de adaptacao, me adaptei. Adaptado, porem cada vez mais cansado, cheguei ao vilarejo de Kwasi, onde recebi uma verdadeira injecao de animo. Pelo destino, cheguei exatamente na hora em que as mulheres do local estavam ensaindo para um festival de musica tradiconal Samburu. Simpatico ao habitantes, recebi um Karibuni (boas vindas!) exclusivo. Num misto de cansaco e emocao, nao pude me conter ao canto das fortes mulheres, e chorei. Tudo parecia irreal, tinha a sensacao de estar vivendo em um unico dia tudo o que nao tinha vivido em toda a viagem pela Africa. Recarregado de espirito cheguei ao final do dia na pequena Barsaloi, carinhosamente recebidos pelos padres sul americanos John e Vitner, colombiano e boliviano, e pelas irmas colombianas Islene e Mariana. E pensar que no inicio do mesmo dia reclamava a ausencia do calor latino!!! Porem o auge de minha aventura teve inicio na travessia de South Hoor ate Loyangalane, ja nas margens do almejado Lago Turkana. Tinha 100 kms a serem superados em um unico dia devido ausencia absoluta de pontos de apoio. Parti cedo e por supresa os primeiro 30 kms foram percorridos facilmente, em uma otima estrada. Porem minha sorte mudou rapidamente. Teve inicio minha luta contra os furos nas cameras e meu desejo de chegar a Loyangalane. Depois de mais de 5 horas de batalha, cheguei ao inicio da noite com ainda 50 kms pela frente. Parei para comer algo rapido e percebi que estava sendo viajado. Estava sendo espreitado por um grupo de hienas!!! Tratei de pedalar mais rapido, mas a estrada, agora misto de pedras e lama impedia meu progresso. Pensei que nao poderia ficar pior. Maldita boca!!! Quando cheguei proximo ao lago me deparei com um rio de lama, onde nao tive exito nenhum no meu progresso. Exausto e ja sem forcas fiz um camping emergencial a beira da estrada. Em um misto de preoucupacao e cansaco, sai do meu estado limbico com a entrada dos primeiros raios solares na barraca. Depois de um dia durissimo, o inesquecivel panorama do Lago Turkana ao inicio da manha, fez-me lembrar que todo o esforco havia valido a pena. Animado, pedalei os 30 kms restantes proximos a margens do lago, ate minha chegada a Loyangalane. Cerca de 400 kms ainda me separavam da Etiopia, quilometros de estradas ruins, condicoes climaticas duras, tribos armadas…Entretanto quilometros tambem de solidao e muita paz interior, confortado sempre pela certeza de talvez estar pedalando por um dos ultimos confins realmente selvagens e primitivos de toda a Africa.

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Date un’occhiata all’ultimo servizio pubblicato nel Jornal de Tijucas (Edizione 382) e alle ultime Missioni visitate in Kenia. Sono sempre un’ottima possibilita’ per aiutare chi ne ha realmente bisgno, sia attraverso donazioni che attraverso il volontariato (Helping Africa).

L’ultimo confine…

Isiolo, fine di ottobre 2008, Kenia. Eccomi qui, solo, ammirando spaventato e allo stesso tempo meravigliato questa terra immensa davanti ai miei occhi. Forse mi trovo di fronte ad una delle ultime frontiere ancora realmente selvagge e inesplorate di tutta l’Africa o, sfortunatamente, di tutto il mondo. I tentativi di colonizzazione di quest’area non sono andati a buon fine, sia per le tribu’ guerriere che la abitano, sia per il clima arido, semi desertico che predomina da queste parti. Questa grande immensita’ mi spaventa, mi fa paura, ma allo stesso tempo mi attrae molto. Chissa’, forse ho percorso tutto il cammino dal Sud Africa solo per arrivare qui e attraversare questi 800 km di strada difficoltosa piu’ solo che mai. Solo il tempo potra’ dirlo. Confesso di aver esitato un po’ prima di iniziare a pedalare. Perche’? Per varie ragioni: mancanza di punti d’appoggio, lunghe distanze nel mezzo di niente su strade orribili, spesso intransitabili, conflitti costanti tra i Burana, Samburu, Turkana, Gabra, Rendille, tribu’ davvero nomadi e forse tra le piu’ autentiche di tutta l’Africa. Oltre a questo avrei incontrato molte difficolta’ per trovare l’acqua in una zona cosi’ desertica e, ancora, ci sarebbe stata la possibilita’ di incontrare animali selvatici, piu’ liberi che mai in questa infinita savana. Una persona normale e lucida potrebbe chiedersi: “Perche’?”. Forse non sono in grado di rispondere a questa domanda. L’unica mia certezza e’ che, oltre ad essere l’unico cammino naturale per raggiungere il sud dell’Etiopia, questo pezzo di strada sarebbe diventato una meta personale, una sfida con me stesso. Se guardo al passato, mi sono gia’ trovato in situazioni simili sempre in bicicletta, nel Deserto di Atacama (Chile/Peru’) e sulla Ruta 40, al confine con la Patagonia. Tuttavia questa avventura era differente per altri aspetti. I brutti momenti passati in seguito alla scoperta di una malaria, per altro mal curata, erano ancora freschi nella mia memoria, cosi’ come le forti emozioni dovute alla separazione e al reincontro con Francesca, e l’immenso vuoto che ha lasciato nella mia vita. Ma ero di nuovo in cammino, piu’ abbrustolito che mai dal sole africano. Mi sentivo vivo e di nuovo con gli occhi che brillano, cosa che avevo perduto piu’ volte lungo il viaggio. Alla fine la vita e’ cosi’, con i suoi cicli e i suoi alti e bassi. In quel momento stavo per vivere un momento pieno di alti. Mi sentivo senza dubbio piu’ sicuro con la lingua locale e pronto a superare questa nuova sfida. Una perfetta allusione al quotidiano, sia esso nel nord del Kenia o in un ufficio. E alla fine il sorriso sincero di Francesca mi aspettava dall’altro lato della frontiera. Gia’ durante il primo giorno di pedalata sono riuscito a farmi un’idea generale di quello che mi aspettava. Ho percorso i 70 km che separano Archer’s Post da Wamba in piu’ di 5 ore molto intense, sotto un sole cocente e su una strada davvero terribile. Come se non bastasse, non ho ricevuto una bella accoglienza nella missione cattolica di Wamba. Col morale basso, sentendo piu’ che mai la mancanza di calore umano, mi sono accontentato con quello del sole e il giorno seguente mi sono messo in cammino. Dopo 10 km di pedalata durissima, ho scoperto di trovarmi sulla strada sbagliata. Tornare inditro? Assolutamente no! Ho deciso di cambiare rotta, cominciando cosi’ una delle piu’ belle e difficili esperienza ciclistiche della mia vita. La strada sarebbe diventata presto un sentiero in mezzo alla savana. Le strade, gia’ brutte, sarebbero peggiorate a causa dei molti fiumi da attraversare. Con la stagione delle pioggie, la terra secca e arida e’ piena di sorprese a causa dell’acqua che a volte cade in abbondanza. Non c’erano molti Samburu nelle vicinanze. Si tratta di una tribu’ itinerante che migra con greggi di capre, vacche e cammelli. Mi sentivo piu’ solo che mai. Fortunatamente acqua e determinazione non macavano, quindi ho continuato, fermo nel proposito di raggiungere Barsaloi, a 90 km di distanza. E’ stato il primo giorno in Africa senza vedere nemmeno un’automobile, ma poi ce ne sono stati molti altri, cosa che mi rendeva felice per la pace che si respirava, ma allo stesso tempo mi preoccupava nel caso avessi avuto bisogno d’aiuto. Ci sono state giornate in cui non ho incontrato nemmeno una persona, ma tornando alla realta’, quando mi sono trovato a dover attraversare un fiume caricandomi la bici sulle spalle, mi sono chiesto perche’ stessi facendo tutto questo. La risposta e’ arrivata attraverso il panorama indescrivibile della Rift Valley (vedi testi precedenti). Mi trovavo nella valle che ha dato riparo ai primi abitanti del pianeta. All’apice della mia stanchezza, per un momento anch’io mi sono sentito unico, un esploratore, solo, ma completo e pieno. Non avevo nessuna paura malgrado l’immensita’ che mi circondava. Ascoltavo attentamente il mio corpo e sapevo che era preparato ad affrontare tutto quello che mi aspettava, il percorso di mountain bike piu’ duro di tutta la mia vita, con 40 kg di bagaglio caricati sulla bici. Molte volte la strada spariva e non ero piu’ in grado di differenziare il letto di un fiume da un sentiero. Alla fine una scuola, e che scuola! Sotto le fronde di una bella acacia, dei piccoli Samburu erano impegnati ad imparare i numeri. A quel punto ho scoperto che il mio numero era 50. Dovevo pedalare ancora 50 km per arrivare alla meta. Attraverso questo contatto coi locali, ho scoperto un lato dell’Africa a me sconosciuto fino a quel momento. I Samburu, guerrieri per natura, vivono ancora in uno stato naturale e primitivo, migrando con i loro piccoi greggi di capre, vacche e cammelli, sempre in cerca di acqua e pascoli. Durante queste migrazioni spesso incontrano tribu’ nemiche e lo scontro e’ inevitabile. Il punto e’ che non si tratta piu’ di lance o coltelli, ma di fucili automatici AK47 e altre armi che vengono dalla Somalia, dall’Etiopia e dal Sudan. Confesso che la presenza costante delle armi mi metteva a disagio, soprattutto quando le persone in questione non parlavano Swahili, la lingua ufficiale del Kenya. Ma nella vita e’ tutta questione di adattamento, quindi mi sono adeguato. Sempre piu’ stanco, sono arrivato nel villaggio di Kwasi, dove ho ricevuto una vera e propria iniezione di animo. Sono arrivato proprio quando le donne del villaggio stavano facendo le prove per un festival di musica tradizionale samburu. Mi hanno preso in simpatia e ho ricevuto un Karibuni (benvenuto) esclusivamente per me. In un misto di stanchezza ed emozione, non sono riuscito a contenermi e ho pianto. Tutto mi sembrava irreale. Avevo la sensazione di star vivendo in un unico giorno quanto non avevo ancora vissuto fino a quel momento durante il mio viaggio in Africa. Con lo spirito nuovamente carico, ho raggiunto a fine giornata la piccola Barsaloi e sono stato accolto calorosamente dai Padri John, colombiano, e Vitner, boliviano, e dalle Sorelle colombiane Islene e Mariana. E pensare che all’inizio reclamavo la mancanza di calore latino! Ma l’apice della mia avventura e’ stato quando ho iniziato il tragitto da South Horr a Loyangalane, nei pressi del lago Turkana. Avrei dovuto percorrere 100 km in un unico giorno di pedalata perche’ non c’erano punti d’appoggio nel mezzo del cammino. Sono partito presto e i primi 30 km sono stati inaspattatamente facili, su un’ottima strada. Ma la felicita’ duro’ poco. Ho iniziato una vera e propria lotta contro i fori nei pneumatici e il mio desiderio di arriavre a destinazione cresceva sempre di piu’. Dopo 5 ore e’ scesa la notte e mi restavano ancora 50 km da pedalare. Mi sono fermato per mangiare qualcosa di veloce e mi sono reso conto che qualcuno mi stava spiando. Si trattava di un gruppo di iene! Ho pedalato il piu’ rapido possibile ma la strada, coperta di pietre e fango, m’impediva di procedere. Pensavo che la situazione non potesse peggiorare, ma mi sbagliavo! Nei pressi del lago ho incontrato un fiume di fango e a quel punto il mio cammino era definitivamente bloccato. Esausto e senza forze, ho fatto un camping d’emergenza al bordo della strada. In un misto di preoccupazione e stanchezza, mi sono risvegliato con i primi raggi di sole che entravano nella tenda. Dopo una giornata durissima, l’indescrivibile panorama del lago Turkana mi ha fatto pensare che tutto quello sforzo aveva avuto una ragione ben precisa. Nuovamente di buon umore, ho pedalato gli ultimi 30 km lungo il lago che mi separavano da Loyangalane. Mi mancavano ancora 400 km circa per raggiungere l’Etiopia. La strada sarebbe stata terribile, con condizioni climatiche durissime e tribu’ armate. Ma sarebbero stati kilometri di solitudine e pace interiore, confortato dalla certezza che forse stavo pedalando attraverso uno degli ultimi confini ancora realmete selvaggi e primitivi di tutta l’Africa

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  • 1. moacirsampaio  |  Junho 3rd, 2009 at 19:31

    Achei muito interessante a sua viagem narrada gostei muito que Jesus te abençoe

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